quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CAMINHO SEMPRE AVANTE



As pessoas estranham a minha sinceridade, o meu desapego... Caminho sempre avante! Meus pés são livres, eles tem asas.


                                                                                                 Luciano Lucci Ramos



É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

OXENTE É CARNAVAL EM SALVADOR




Vamos a Bahia bicolor...
Vamos descer a ladeira do Pelô...
Vamos ao Carnaval com calor...
Vamos viver com valor...
Vamos na paz com axé e amor...
Oxente! É carnaval em Salvador.

Luciano Lucci Ramos






Foto: Luciano Lucci Ramos





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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

FOLIÕES EM CORES VIVAS




Carnaval na Bahia é motivo de alegria.
Foliões em cores vivas, com axé e melodia.
Máscara, no rosto com sorriso maroto.
Salvador de todos os santos no pôr do sol, o canto.
Eletrizante festa, sagrada, profana, nas avenidas, até mesmo em praias desertas.
No jardim delirante das palmeiras, o amor acelerante corteja.
Beijos em lábios apimentados, desvenda sonhos encontrados.
Na multidão foi-se a ilusão, sobraram me as cinzas, na brisa repentina.
Quarta-feira chegou, alvorada em cores pairou.
Instigando lembranças e sabores que a fantasia deixou.

Luciano Lucci Ramos












Foto: Luciano Lucci Ramos




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sábado, 6 de janeiro de 2018

MEU AMIGO IMAGINÁRIO


Nascemos e logo começamos a andar, depois as primeiras palavras e daí surge o primeiro amigo imaginário. Eu tive o meu! Ele era muito companheiro e pensava como eu. Uma estilha do indulgente caráter que formava-se ao meu interior. Quando eu sorria ele também sorria e se eu chorasse ele também chorava. O meu primeiro amigo era a minha duplicata. Fazíamos tudo em parceria, amizade honesta sem malicia, maldade, crueldade e falsidade. Ele era tão parecido comigo nos preceitos éticos... Na generosidade, lealdade, dignidade e integridade. O meu amigo imaginário e eu tínhamos essa peculiaridade tão afirmativa em sermos idênticos. O problema foi o passar dos anos... Aquele amigo foi esmaecendo lentamente até desvanecer-se perante minha consciência. Constatei que amizade pra mim tem esse referencial. Incessantemente na minha caminhada arrastava o pecado de congregar todos os que eu considerava “amigos”, a incauta caracterização de poder sê-lo. Fui percebendo que eles não eram o reflexo da beleza e pureza do meu tão íntegro amigo imaginário. Amigo não é o espelho que reflete um corpo físico, mas pode ser o reflexo do encontra-se no refletido. Seguirei em buscar aquele amigo imaginário, enquanto vou trilhando a minha jornada. Guardarei no coração, raridades partidárias com fidedigno esplendor. Na minha vasta trajetória desde a minha infância fui asseando estilhos de decepções, falsídia do reflexo insidioso do espelho quebrado no qual julgava ser amigo. O que me faz espelhar é a paz consciente do que sou e do que encontro no meu reflexo. Meu amigo imaginário, você vive no âmago do meu ser, isso é o que alimenta a minha esperança de um dia poder novamente te encontrar.




















Foto: Luciano Lucci Ramos


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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

CURITIBA, TE AMO!


Curitiba linda e fria.
As flores contrasta o verde que inebria.
Vinhos, pião e chocolateria.
Na neblina matinal o primeiro beijo surgiria.
No outubro em primavera o casamento acontecia.
Cego maio cresceria.
No firmamento o sabor, o amor buscaria.
Tão sonhada plenitude no cristal que reluzia.
Curitiba, te amo, jamais te deixaria!

                                               Luciano Lucci Ramos



















Foto: Luciano Lucci Ramos




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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MEMÓRIA DO AMOR


Na memória do amor.
Não corresponde dor.
A saudade que sobrou.
Do embarcado amor.
No mar azul entre verde folhagens estou.
Consciente desse amor.
Guardo o mapa do tesouro para quando eu for....
Em teu amor adormecer em regalo sabor.
  
                                            Luciano Lucci Ramos
















Foto: Luciano Lucci Ramos


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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

SABOR DO VERÃO


O sol laranja poente sobre nossa paixão.
Na praia a orquídea selvagem sem razão.
Águas salgadas embeber sem a sutileza do coração.
O mar contra as palmeiras, nossos corpos febrentos na emoção.
Brisa em maresia lambe seda pele em nossa alucinação.
Doce saliva, desatinados lábios no sabor do verão.


                                  Luciano Lucci Ramos



                                                                                           
                                                       
      
                                                    














Foto: Luciano Lucci Ramos


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