sábado, 6 de janeiro de 2018

MEU AMIGO IMAGINÁRIO


Nascemos e logo começamos a andar, depois as primeiras palavras e daí surge o primeiro amigo imaginário. Eu tive o meu! Ele era muito companheiro e pensava como eu. Uma estilha do indulgente caráter que formava-se ao meu interior. Quando eu sorria ele também sorria e se eu chorasse ele também chorava. O meu primeiro amigo era a minha duplicata. Fazíamos tudo em parceria, amizade honesta sem malicia, maldade, crueldade e falsidade. Ele era tão parecido comigo nos preceitos éticos... Na generosidade, lealdade, dignidade e integridade. O meu amigo imaginário e eu tínhamos essa peculiaridade tão afirmativa em sermos idênticos. O problema foi o passar dos anos... Aquele amigo foi esmaecendo lentamente até desvanecer-se perante minha consciência. Constatei que amizade pra mim tem esse referencial. Incessantemente na minha caminhada arrastava o pecado de congregar todos os que eu considerava “amigos”, a incauta caracterização de poder sê-lo. Fui percebendo que eles não eram o reflexo da beleza e pureza do meu tão íntegro amigo imaginário. Amigo não é o espelho que reflete um corpo físico, mas pode ser o reflexo do encontra-se no refletido. Seguirei em buscar aquele amigo imaginário, enquanto vou trilhando a minha jornada. Guardarei no coração, raridades partidárias com fidedigno esplendor. Na minha vasta trajetória desde a minha infância fui asseando estilhos de decepções, falsídia do reflexo insidioso do espelho quebrado no qual julgava ser amigo. O que me faz espelhar é a paz consciente do que sou e do que encontro no meu reflexo. Meu amigo imaginário, você vive no âmago do meu ser, isso é o que alimenta a minha esperança de um dia poder novamente te encontrar.




















Foto: Luciano Lucci Ramos


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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

CURITIBA, TE AMO!


Curitiba linda e fria.
As flores contrasta o verde que inebria.
Vinhos, pião e chocolateria.
Na neblina matinal o primeiro beijo surgiria.
No outubro em primavera o casamento acontecia.
Cego maio cresceria.
No firmamento o sabor, o amor buscaria.
Tão sonhada plenitude no cristal que reluzia.
Curitiba, te amo, jamais te deixaria!

                                               Luciano Lucci Ramos



















Foto: Luciano Lucci Ramos




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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MEMÓRIA DO AMOR


Na memória do amor.
Não corresponde dor.
A saudade que sobrou.
Do embarcado amor.
No mar azul entre verde folhagens estou.
Consciente desse amor.
Guardo o mapa do tesouro para quando eu for....
Em teu amor adormecer em regalo sabor.
  
                                            Luciano Lucci Ramos
















Foto: Luciano Lucci Ramos


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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

SABOR DO VERÃO


O sol laranja poente sobre nossa paixão.
Na praia a orquídea selvagem sem razão.
Águas salgadas embeber sem a sutileza do coração.
O mar contra as palmeiras, nossos corpos febrentos na emoção.
Brisa em maresia lambe seda pele em nossa alucinação.
Doce saliva, desatinados lábios no sabor do verão.


                                  Luciano Lucci Ramos



                                                                                           
                                                       
      
                                                    














Foto: Luciano Lucci Ramos


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domingo, 31 de dezembro de 2017

70 ANOS DA NOSSA OVELHA NEGRA DO ROCK


O mundo inteiro abraça Rita Lee por completar 70 anos de vida, e 3000 mil anos de talento musical. Rita Lee o rock é você! Parabéns amada!













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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MINHA PALAVRA AOS INVASIVOS


Desde que a minha consciência educacional entrou em pratica nos primórdios da minha infância, aprendi a ter respeito pela minha intimidade. Fui educado a respeitar a privacidade alheia e principalmente a focar na minha própria vida. Nunca fui interessado em saber do que não foi destinado a mim, mesmo perante as idiossincrasias de pessoas que tenho afinidade. Seja afetiva, emocional, ou até mesmo profissional. Minha privatividade é sagrada. Os invasivos não são bem vindos! Não obstante quando os consideramos e chamamos de amigos. Numa amizade não devemos nunca invadir o destino alheio sem a permissão do outro. Todos nós, seres humanos, temos segredos e particularidades que não compartilhamos aos metediços e indiscretos. Excluo da minha convivência implacavelmente aquelas pessoas que não possuem limites daquilo que não lhe diz respeito. A confiança é construída pelo comportamento e caráter de cada indivíduo. E mesmo adquirido temos que honrar o que nos foi confiado.  No decorrer dos anos alguns “partiram” do meu conceito de amizade e lealdade. Com isso apenas questionei; por que os curiosos não se voltam pela sua própria vida?




Foto: Luciano Lucci Ramos



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terça-feira, 4 de julho de 2017

DOURADA AURORA


Dourada aurora na minha estrada.
Devoto amor para quem é digno dele.
Desprezo na poeira da minha trilha.
Amargo desleixo.
Seguindo em frente acolitando.
Aqueles que tanto almejo.


                                    Luciano Lucci Ramos



Foto: Luciano Lucci Ramos


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