segunda-feira, 13 de outubro de 2008

DAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS (CAPÍTULO IV)



Das relações profissionais fixei nas cláusulas dos Art. 13 e 14 para expor minha opinião mediante o código de ética. É um elemento vital no jornalismo, consciência moral, caráter, dever, filosoficamente expressa o que é bom para o indivíduo e sociedade.

Um jornalista consciente do dever de informar está aberto às opiniões independente dos seus conceitos. Respeitando as divergências alheias, seja religião, etnia, política, sexualidade ou nacionalidade.

Portanto, o profissional deve e pode recusar-se a executar tarefas que desabonem o código de ética ou agridam suas convicções. É importante a relação de respeito entre profissionais sem que haja razões de ameaça, assédio moral ou sexual.

É correto e justo que as funções jornalísticas sejam correspondentes ao trabalho extra. Mas será que funciona assim?

A Comissão Nacional de Ética (CNE), órgão com poderes para julgar as denúncias de transgressão ao código de ética dos jornalistas, ver quando o profissional é injustiçado ou vítima do poder da hierarquia?

O código trata das relações entre jornalistas dizendo o que um profissional da comunicação não deve fazer com o seu companheiro de profissão, por exemplo: “acumular funções jornalísticas ou obrigar outro profissional a fazê-lo”; “ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional”; e “criar empecilho à legítima e democrática organização da categoria”.

E se o próprio profissional da comunicação resolver denunciar o seu chefe ficará tudo bem no currículo?

São perguntas que ficam flutuando sem respostas. Afinal, no quarto poder nem todos seguem o código de ética jornalística ao pé da letra. Mas na ética de ser um profissional politicamente correto a resposta é sim!





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