sábado, 13 de novembro de 2010

LANÇAMENTO DO FILME: A HISTÓRIA DA CASA DE YEMANJÁ DE LUCIANO LUCCI RAMOS EM SALVADOR - BAHIA

Ocorreu na noite do dia 08 de novembro de 2010 na Biblioteca Juraci Magalhães Jr, no Bairro do Rio Vermelho a estreia do filme documentário a "Historia da Casa de Yemanjá" do cineasta e jornalista baiano, Luciano Lucci Ramos. O evento contou com as presenças dos participantes do filme, dentre eles o artista plástico Manoel do Bomfim responsável pela estatua da Mãe 'd'água que caracteriza a Casa de Yemanjá na colônia Z-1. Ed Ribeiro, artista plástico, também reverenciou sua fé à rainha do mar, transformando as paredes da casa do peso com figuras marinhas em seus mosaicos. A noite teve a benção da mãe-de-santo Aice de Oxossi. O filme inspirado na obra literária, "Dois de Fevereiro" do historiador Ubaldo Marques Porto Filho foi recepcionado com emoção pelo autor. Após a exibição, convidados e historiadores participaram do debate sobre o tema com o Diretor do Filme. O vídeo documentário etnográfico que descreve a trajetória da Casa do Peso foi recebido com aplausos pelos participantes. O documentarista Luciano Lucci Ramos que expressou o tema escolhido intitulado, "A História da Casa de Yemanjá" no evento, acrescentou: "O que motivou a escolha desse tema é que sempre fui fascinado pela cultura afro-brasileira com os seus orixás, rituais, mistérios e, em especial, por Yemanjá. Procurei buscar informações sobre o Orixá e tive a ideia de contar a história da sua casa, com seus feitiços e encantos. Além de trazer muitas informações sobre a primeira festa do dia dois de fevereiro e adeptos da crença. Vale lembrar que é uma história inédita, que até o presente momento não foi abordada pela imprensa televisiva." O vídeo documentário foi doado gentilmente pelo autor da obra em formato de tela widescreen, com 52min fazendo parte do acervo cultural da Biblioteca Juraci Magalhães Jr.

Sobre o autor: Luciano Lucci Ramos Bacharel em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Estácio. Especializou-se em Cinema e Fotografia (fotojornalismo).
Convite


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

VÍDEO DOCUMENTÁRIO 'A HISTÓRIA DA CASA DE YEMANJÁ"

Este produto é um vídeo documentário etnográfico, jornalístico, em formato de tela widescreen, com 52min, que conta a história da Casa de Yemanjá, localizada no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. Mostra a relação entre a primeira festa da Mãe d’Água e o crescimento dos festejos de dois de fevereiro, e as mudanças que ocorreram ao longo do tempo, desde o surgimento da Casa do Peso, à transformação em Casa de Yemanjá, até os dias atuais.

Participaram do vídeo documentário:

O historiador Ubaldo Marques Porto Filho, escritor de vários livros, sobre o bairro do Rio Vermelho, foi o primeiro a contar a história da Casa do Peso em alguns dos seus livros, que contam a história da Bahia. Pioneiro na literatura técnica de turismo da Bahia, Ubaldo participou da fundação da sessão baiana da Associação Brasileira dos Jornalistas e Escritores de Turismo (ABRAJET). Foi presidente do Conselho de Cultura e Turismo do Rio Vermelho por 10 anos, desde a sua fundação. Dos principais livros lidos do escritor, destacamos: “Dois de Fevereiro no Rio Vermelho” e “Rio Vermelho, de Caramuru a Jorge Amado”. O autor participou do vídeo documentário com os seus depoimentos.

O professor Ubiratan Castro de Araújo. Ele é Licenciado em História pela Universidade Católica de Salvador, bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia, doutor em História pela Université Paris IV – Sorbonne e mestre em História pela Université Paris X – Nanterre. Professor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA, foi diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais daquela Instituição, presidente da Fundação Cultural Palmares, e atual presidente do Conselho para o Desenvolvimento das Comunidades Negras de Salvador.

 O artista plástico Manoel do Bomfim, que foi funcionário da Escola de Belas Artes da UFBA e criador da estátua da Mãe d’Água da Casa de Yemanjá, inaugurada do ano de 1967.
A mãe-de-santo Valdelice Maria dos Santos, conhecida como mãe Aice de Oxossi, que é responsável pelo presente de Yemanjá para o dois de Fevereiro e também pela abertura da festa, começando na madrugada da mesma data, no Dique do Tororó .
O artista plástico Marcelo Gato, autor do projeto de uma estátua para a Casa de Yemanjá.

O artista plástico Ed Ribeiro, autor de diversas obras, responsável pela beleza da Casa de Yemanjá, no bairro do Rio Vermelho, presenteando-a com um mosaico de cores e figuras do mar.
A bibliotecária Sônia Morelli, Formada pela Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal da Bahia, atual ICI - Instituto da Ciencia da Informação, em 24-08-1974, atualmente exerce a função de diretora da Biblioteca Juracy Magalhaes Jr. Rio Vermelho desde 2002. Lecionou na Escola de Biblioteconomia em 1994, como professora substituta, coordenadora da Biblioteca Barachisio Lisboa ( biblioteca juridica ), diretora da Biblioteca da Universidade Catolica do Salvador ( Campus Federação ) e Bibliotecaria da Biblioteca do Mestrado em Saude Comunitária da UFBa.
O pescador veterano da Casa do Peso, Joaquim Manoel dos Santos, conhecido como “Mateiga”.

A SEREIA DO ARTISTA PLÁSTICO: MANOEL DO BOMFIM

A CONCLUSÃO DE LUCIANO RAMOS SOBRE O SEU VÍDEO DOCUMENTÁRIO "A HISTÓRIA DA CASA DE YEMANJÁ".

Começamos aqui uma súmula dos conceitos sobre uma produção documentária, uma narrativa do modo de fazer cinema documentário. Encontramos uma forma didática para a representação documentária com um diversificado panorama sobre as principais questões do assunto escolhido – A História da Casa de Yemanjá – com ilustrações de arquivo e imagens de fundo inédito. Foi feita a contextualização com uma proposta formulada pelo autor e a sua visão determinada do assunto escolhido.

A afirmação de que a ficção possibilita a separação da realidade e o documentário é a não-ficção, ou melhor, a verdade propriamente dita, não é verdadeira. Existem formas que possibilitam a junção dos dois opostos, uma que a ficção faz parte do nosso imaginário. Fazer cinema-ficção é transformar a nossa imaginação em sensações de verdade. Nós ficamos com medo em filmes de terror, choramos em dramas, sorrimos com comédias e nutrimos uma sensação masoquista em um belo suspense. Com a não-ficção também isso pode ser possível!

Fazer um vídeo documentário é trazer autenticidade do tema escolhido, realismo, verossimilhança em suas histórias. Acreditamos que vemos naquilo que foi documentado um novo ponto de vista.

Quando acreditamos naquilo que foi visto em um vídeo documentário, tornamo-nos testemunhos da história projetada. Os depoimentos nos fazem perceber como é o mundo e ou a maneira como poderíamos agir nele. Vemos um mundo documental com suas imagens e depoimentos, daí percebemos um novo universo mais claro na nossa percepção.

Percebemos que os vídeos e filmes documentários nos mostram o mesmo fascínio e a mesma emoção que temos ao ver um filme de ficção. Fazer um documentário é dar voz própria às nossas idéias, é abordar assuntos de consenso ou solução social, enfatizando os problemas e as características do assunto abordado.

Qualquer filme é um documentário. Seja por satisfação de desejos, como os de ficção ou por representação social não-ficção, com suas histórias e narrativas que diferenciam a forma de mostrar a história. Os filmes de ficção expressam os nossos desejos e sonhos, temores e pesadelos. Transformam e concretizam de forma visível e auditiva a nossa imaginação. Faz-nos deliciar com a possibilidade de sair desse mundo que nos cerca para outros mundos.

Os documentários de não-ficção, como são chamados os de representação social, nos mostram de forma clara o mundo real que ocupamos e compartilhamos, restituindo de forma visível e audível a realidade social.

Foram realizadas pesquisas nos seguintes Órgãos:

• Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)

• Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO)

• Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB)

• Fundação Gregório de Mattos

• Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)

• Biblioteca Juracy Magalhães Jr.


FOTOS DO MAKING OFF


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

FILME O QUARTO PODER POR LUCIANO LUCCI RAMOS


Ao realizar uma matéria em um museu, um jornalista se depara com um ex-funcionário que pede seu emprego de volta à diretora do local e, acidentalmente, dispara um tiro. O jornalista decide então aproveitar a chance para conseguir cobertura exclusiva do caso e retornar à fama. Esse é o resumo do filme “O quarto poder” que mostra que a mídia influencia diretamente na formação de opinião das pessoas e, muitas vezes, mostrando apenas um lado da situação.

Pois envolve toda a possibilidade que a mídia detém para influenciar sobre os acontecimentos, podendo transformar um cidadão comum em um criminoso e um criminoso em um cidadão comum.

É importante assinalar alguns conceitos sobre os meios de comunicação, que servem como esclarecimento para os indivíduos da nossa sociedade, alertando-os sobre os fatos que se sucedem ao redor. São importantes para mobilizar, reforçar as normas sociais existentes em cada indivíduo e adverte do perigo que as nossas classes sociais podem sofrer, desde a possibilidade de uma guerra à queda da moeda ou fatores externos do dia-a-dia, preservando o legado cultural da sociedade.

A comunicação social tem três funções: informar, entreter e educar. Informar se refere à comunicação dos fatos que ocorrem no contexto social. Educar, a capacidade que tem o homem para enfrentar o mesmo contexto, tendo como objetivo proporcionar a elevação do seu nível cultural, de modo que possa analisar com mais profundidade os fatos, formando opinião sobre os mesmos. E entreter, que se refere a informações, eventos culturais, que proporcionam distração ao indivíduo, direta ou indiretamente, contribuindo para a elevação do seu nível cultural.






É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PERFIL: LUCIANO LUCCI RAMOS




Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Estácio. Luciano Ramos nasceu na cidade de Senhor do Bonfim – BA, tornando-se fotógrafo profissional aos 17 anos e como fonte de informação especializou-se, particularmente, em fotojornalismo. Estando presente em seus trabalhos o instantâneo e a arte da imagem como: o realismo e o expressionismo. Produziu diversos trabalhos fotográficos em jornais e revistas, sete exposições coletivas e seis individuais.

Sete exposições coletivas nos Shoppings Iguatemi e Barra na cidade de Salvador-BA
Seis exposições individuais (Espaço Cultural da Infraero no Aeroporto Luis E. Magalhães  e Quadrilátero da Biblioteca Central dos Barris, intitulada “Rostos”, Shopping Barra, intitulada “Mulher”, e Espaço Cultural do Sindifoto, intitulada “Fotografia”).

Trabalho fotográfico para a revista ELLE ano 13, numero 9, edição setembro de 2000.





Exposição fotográfica na Galeria Pierre Verger, no período de 18/08 a 18/09/2005, intitulada “O Olhar Fotográfico”.

Exposição fotográfica na Galeria Pierre Verger, de 08/03 a 08/04/2007, intitulada “Festa no Mar, com Perfume e Palha-da-Costa”.


Realizador do vídeo documentário “A História da Casa de Yemanjá”, junho/2010.


Apresentação pública em 08/10/2010, na Biblioteca Juracy Magalhães Jr, Salvador-Ba, a pedido da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia/Fundação Pedro Calmon, do vídeo documentário “A História da Casa de Yemanjá”, para os participantes do vídeo e convidados.










É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA "OLHAR FOTOGRÁFICO DE LUCIANO RAMOS" 2005


Para comemorar os seus 22 anos de trabalho fotográfico. Luciano Ramos dedicou-se à questão social e religiosa da região do nordeste baiano. Incluindo imagens da Bahia, sobre diversos aspectos, demonstrando através da  lente de sua câmera fotográfica o paisagismo nas culturas locais, ricas em diversidades e cores. O fotógrafo utilizou do instantâneo para dar realismo às cenas de sua proteção, com sentimento e arte. A mostra fotográfica teve a sua estreia  no dia 18 de agosto de 2005, ficando até 18 de setembro, na Galeria Pierre Verger, com o apoio cultural do Governo do Estado da Bahia.

ALGUMAS FOTOS DA EXPOSIÇÃO





CONVITE

FOLDER



MATÉRIA DE JORNAL DA ÉPOCA
 

 FOTOS DOS BASTIDORES DAS ENTREVISTAS DE EMISSORAS DE TELEVISÃO









É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.


EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA "ROSTOS" 1999/2000




Rostos foi o título da exposição fotográfica do artista Luciano Ramos, que teve a sua estreia no dia 16 de novembro de 1999, no Espaço Cultural da Infraero - Aeroporto Internacional Deputado Luis Eduardo Magalhães. Através da expressão e da personalidade dos modelos, o fotógrafo baiano buscou o auto-realismo, repassando a essência da alma humana. A amostra contou com 34 obras. Rostos foi sucesso de crítica na época, deixando mais uma amostra fotográfica no dia 17 de fevereiro de 2000, no Quadrilátero da Biblioteca Publica do Estado da Bahia.


ALGUMAS OBRAS FOTOGRÁFICAS DA EXPOSIÇÃO
























DEDICAÇÃO, AMOR E PROFISSIONALISMO NA ARTE DE FOTOGRAFAR SÃO VIRTUDES REVELADAS NOS TRABALHOS DO ARTISTA LUCIANO RAMOS.


CARTAZ AMOSTRA FOTOGRÁFICA 1999


CARTAZ AMOSTRA FOTOGRÁFICA DE 2000



FOLDER

MATÉRIA DE JORNAL DA ÉPOCA












É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.