sábado, 29 de junho de 2013

UM MERGULHO NA DÉCADA DE OITENTA


Os  anos oitenta, ficaram na minha memória com o gosto do chiclete Ploc. Surgia então a nova era da geração saúde, surf... rock... Com muita cor verde limão e roxo com laranja... E para aqueles que se perderam na selva. Pois é...  “Nada de perdido na selva”. Fico em estado de epifania, de ter vivenciado a época desse tesouro musical que foi a década de oitenta com suas viagens beatnik em todos os sentidos possíveis e imaginários. Como por exemplo, o primeiro e histórico Rock In Rio em 1985. As bandas de rock nascendo uma a uma e frutificando nos corações da linda juventude “oitentista” com os seus acontecimentos políticos e sociais. É considerada como a “década perdida” para a América Latina, pelo fato do fim da idade industrial e início da idade da informação. Como tudo não é política e esse não é o nosso foco por aqui! Esse espaço é reservado para a gostosa nostalgia do pop rock, havyn e novas influências, com batidas mais fortes e sons de guitarras mais pesados como Iron Maiden, Judas Priest, Joan Jett, Nina Hagen, Metallica, Slayer, Megadeth, Anthrax, Bon Jovi, Van Halen, AC/DC, Guns N' Roses, Def Leppard, Whitesnake e Scorpions, A-ha, U2, The Smiths, Cyndi Lauper, Tears For Fears, Madonna, Duran Duran entre outras... Rock na cabeça! No Brasil, Gang 90 & Absurdettes (grupo que foi o precursor), Blitz, Metrô, Rádio Táxi, RPM, Ultraje a Rigor, Titãs, Legião Urbana, 14 bis, Barão Vermelho, Kid Abelha e Ira! Segue a prole musical que incorporava elementos da música eletrônica e experimental no decorrer dos anos 80. Destaque para a magistral The–B52’s (essa marcou legal). O movimento “new wave“ influenciou o som, o comportamento da linda juventude e das artes plásticas. Além da vertente do pop rock, o rádio e a televisão foram os principais meios de disseminação da cultura pop. E quem não se lembra daquela lágrima do ursinho Misha? Que massa... "We're Not Gonna Take It"  sem desmerecer as outras décadas. Como cantava o Sangue da Cidade “O mais importante pro guerreiro é simplesmente a vontade de viver”. E que viva no sândalo das nossas lembranças, porque ser dândi é ser punk.

























































Foto:Luciano Lucci Ramos


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