domingo, 29 de janeiro de 2017

GRAFITE ARTE NAS RUAS



Nova York década de 70, surgiram os primeiros grafites como forma de expressão. A identidade dos jovens refletiram em muros da metrópole cosmopolita, como manifestação artística. Assim surgiram os primeiros grafites como protesto, contra a opressão do mundo em que vivemos. Colorindo e embelezando as paredes urbanas com desenhos e cores, envolto de uma técnica peculiar. As marcas ou “inscrição caligrafada”, é um modo de exteriorizar os menos favorecidos da sociedade. A arte urbana do grafite representa vários movimentos, da cultura de rua dos guetos americanos, principalmente o Hip Hop. No Brasil o grafite figura entre o final dos anos 70 e início dos anos 80, começando por São Paulo, depois, o resto do pais. Pois na ocasião servia de catarse para os jovens contra represália da ditadura. O grafite brasileiro destacou-se por um estilo próprio, pela sua qualidade artística nos espaços públicos. Assim à arte do grafite nacional é reconhecido entre os melhores do mundo. Hoje em dia, é um modelo de expressão no âmbito das artes visuais e principalmente como projeto social em embelezar as cidades. Mas antes de ser considerado como obra artística no contexto na arte de rua, tinha sua contravenção perante o corpo social. Que mesmo tendo historicamente o conhecimento das pinturas rupestre dos Homens das cavernas da Pré-Histórica como sinais, já foi considerado crime na nossa legislação Brasileira. Ato político ou liberdade de expressão, a pratica de grafitar é interagir com a humanidade como forma de ação na comunicação artística. 

                                                                                                                                                               Luciano Lucci Ramos































Fotos: Luciano Lucci Ramos  


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