quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

PERFIL LUCIANO LUCCI RAMOS: FOTOGRAFIA, POEMA E POESIA


Nasci na Bahia no final de outono às 18 horas, em um domingo no dia 18 de junho. Passei minha infância utilizando câmeras fotográficas e máquinas de escrever como brinquedos prediletos. Com o passar nos anos percebi que tinha uma veia artística para produções fotográficas e escrita. Tenho formação em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Estácio, tornei-me fotógrafo profissional aos 17 anos, e como fonte de informação fui buscar nos livros as respostas para a minha habilidade. Especializando-me, particularmente, em fotojornalismo. A todo o momento a arte esteve presente em meus trabalhos fotográficos, como os acontecimentos corriqueiros, os provocativos e principalmente o instantâneo, fizeram a arte da imagem no decorrer da minha profissão. O realismo e o expressionismo estava mais evidente em minhas obras fotográficas. Realizei diversos trabalhos fotográficos para jornais e revistas, sete exposições coletivas e seis individuais. A minha vocação para a fotografia surgiu em um flash mágico de inspiração, quando observei pela primeira vez uma câmera fotográfica. Era uma época em que não tínhamos tanta tecnologia e eu associava algo tão poderoso e transformador, que poderia mudar o conceito do mundo, no meu íntimo.  Assim utilizando a máquina fotográfica como brinquedo predileto. Minha habilidade pela arte fotográfica foi crescendo e, aos 15 anos, iniciei minhas atividades, de forma amadora, demonstrando desenvoltura e talento pela profissão. A questão poética das imagens transcenderam para a poesia escrita.  Começava uma tradução dos sentimentos mais profundos... Os segredos não revelados, em belas palavras em poesias e poemas. Descarregar nossas sentimentalidades em páginas da vida. O amor absoluto, as lágrimas transformadas em cristal, e os sorriso da mais gloriosa plenitude de ser feliz! Assim explano todo o universo interior dos sentimentos. Quando comecei a poetizar com um gênero lírico, que desperta das minhas sentimentalidades, descobrir o firmamento mais compreensível. Uma sensibilidade mais aguçada aos aspectos metafísicos. Que transcende ao mundo fático, num contexto mais alargado na minha vida. A arte poética surgiu como o elixir para as minhas expirações afetivas e sentimentais. Hoje como poeta traduzo com vigor de uma linguagem mais estética com relação a beleza de ser; amar e acontecer de forma românica, dura e realista. Essa poesia que transcorre direto da minha sensível alma. Descobrir na escrita que posso acordar parte de mim e do hemisfério. Registrar em outros corações as respostas não respondidas por si próprio. Sou poeta, escritor e roteirista; porque transgredir os sentimentos é mudar a sua forma. Abstraindo o meu horizonte de ideias... Amo e sou amado pela minha poesia. As imagens tornaram-se um fotograma profissional e afirmando sua aptidão, exercendo-a com zelo no fotojornalismo. Hoje esse jornalista com características próprias, com a fotografia documental, tem como função, chamar a atenção para a notícia. Fico maravilhado em ver o universo extravagantemente rico que a fotografia nos proporciona, percebendo a beleza, a simplicidade e a magia dos acontecimentos inusitados que as imagens nos oferece. Um dos grandes presentes que recebi foi ver, através das lentes da minha câmera fotográfica, a alma humana, o surreal, o abstrato, o expressionismo e o paisagismo, nas características marcantes das culturas regionais, ricas em diversidade e cores. Fazer arte fotográfica é de fundamental importância para as nossas vidas. É compreender o mundo aumentando imensuravelmente a nossa capacidade de criar e aguçar a beleza e o extraordinário. É poder manusear as cores, o claro e o escuro, expressando os sentimentos mais íntimos. Como fotógrafo clico todos os acontecimentos corriqueiros. Mas, como artista, através do meu olhar fotográfico e da minha percepção, procuro transmitir vida, alma, sentimento e emoção à imagem fotográfica e as escritas poéticas.

                                                                                              Luciano Lucci Ramos



























Foto: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

FARTOU-SE OS CURIOSOS


A minha curiosidade só corresponde para aquelas pessoas que verdadeiramente amo e admiro! Passei metade do meu tempo construindo castelos. Humm... Sou um péssimo construtor.  Para o resto, não desperdiço o meu precioso tempo em projetos arquitetônicos. Artificialidade para mim só é gostoso como corante de chicletes e bombons... Pessoas artificiais são extremamente nauseantes. Como fico irritado com a hipocrisia dos curiosos. Justiça seja feita; A falsidade é falsa consigo mesma. Acho que vou entrar numa máquina do tempo... Boa viagem pra mim! Passei a fase "LOST". Agora encontro-me na iniciativa dharma. Alzheimer para os invejosos de plantão! Esqueçam-me!! O tempo passa e cada vez eu fico surpreso com as pessoas... Quando a gente pensa que já viu tudo... PIMBA!! Libélulas só acho bonitinhas nos lagos e com sub-ordem Anisóptera. Sou um cara de alma Full HD DIGITAL!! Porém, de um saudosismo analógico. Perdi uma visão... O forte coração sente, mas a minha alma continua enxergando. O silêncio dos calados endossa um grito de infâmia. Fartou-se os curiosos.

                                                     Luciano Lucci Ramos


















Foto: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

AQUARELA


No centro, o frio, o vazio, o querer que me queiras.
Esse amor sem fronteiras, figurado numa aquarela.
Na tela o lamento de um amor perdido, que tão sofrido...
Segue desnorteado, desejando a ti, sem tocá-lo.
   
                                                  Luciano Lucci Ramos





















Foto: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

IPÊS-ROXOS FLORADA DO FRIO - EXPOSIÇÃO DE BOLSO XIII





O frio deixa um romantismo no ar... Vamos determinar sua cor, roxo!! Assim começa a florada dos ipês-roxos, que dão pinceladas de cores na natureza. Contrastando com o cinza do inverno e o perfume das flores. Os ipês-roxos estão presentes na capital paranaense desde a década de 60. Embelezando as vias públicas da cidade e despertando encantamento na população. Aplausos para essa árvore nativa do Brasil, derramando suas flores em um espetáculo que dura 15 dias. E eu mais uma vez registro essas imagens com o meu Smartphone... sempre no bolso.






























Foto: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

O PECADO E O VENENO


O teu pecado nos separa, envenenando os nossos sentimentos. Sucumbindo o amor, que tão puro, perde o seu valor. Como podes amar-me, se me rejeitas? Aceita-te como és... Já que não te orgulhas quem és. Nossas almas vagam entre as sombras da dor, permanecendo num proibido torpor. A tua malignidade só perverte a ti mesmo. Fraquejas perante a verdade do teu amor, causando uma aleivosia entre nós. Desperta-te do leito do pesar e entrega-me com benevolência o teu amor.
  
                                                                                                                                                              Luciano Lucci Ramos

































Foto: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

UMA TARDE PASTORIL COM AS CAPIVARAS DE BARIGUI





Esses animais nativos “Hydrochaeris hydrochaeris” chamados de capivaras, que por graça do universo não corre risco de extinção. O simples motivo resume em reproduzirem seus filhotes 8 vezes por ano. Haja amor entre esses casais capivaras. Esses fofos adoram as margens dos rios e lagos e só andam em grupos. União entre eles sempre... Aliás, tem sempre um macho dominante da estória. São dóceis... Porém, evitar de incomodá-los é uma ótima ideia. As selfies são algo que esses seres não apreciam muito. Os lindos pesam em torno de 80 kg e vamos considerar os maiores roedores existentes. E excelentes nadadores (tem muito fôlego) assim escapam de alguns predadores. O verde parque de Barigui é uma paraíso “capivarista”, afinal, além de ervas e plantas aquáticas, a vegetação rasteira é o alimento mais apreciado. Fiz essas fotos com meu celular receoso de ser picado por um carrapato que preza muito o sabor “capivaresco” que pode causar febre maculosa. Belas imagens ficaram na minha memória na pastoril tarde com as capivaras de Barigui.




































Fotos: Luciano Lucci Ramos


É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.