segunda-feira, 20 de março de 2017

O MEU CARRO É VERMELHO...



A primeira vez que tive um carro foi aos três anos. Um fusca bombeiro vermelho movido a pilha. Aos cinco tive um Jeep bandeirantes verde, onde eu entrava, pedalava, acendia os faróis e buzinava (com esse brinquedinho, fugir dirigindo de casa e fui literalmente parar no asfalto). Aos quatorze anos já guiava, e tinha o sonho de ser piloto de Stock Car. Quando completei a maior idade aos dezoito anos, chegou o grande momento de ter minha tão sonhada carteira de habilitação. Meu primeiro carro foi um Buggy Kadron vermelho tipo: “...o meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear...” Que acabei apelidando de “Adam”. Ele era majestoso com calota cromada e reluzia na noite! Por onde transitava, chamava a tenção dos seres. Com o passar dos anos outros carros foram surgindo no decorrer na vida. Mas não realizei o sonho de ser piloto Stock Car. Sempre fui fascinado por automobilismo! Já visitei algumas exposições sobre colecionadores de carros, e foi uma forma de chegar o mais próximo do sonho de infância. Eu tenho cromossomo movido a gasolina e diesel, o rouco do motor “on the road” é fundamental para os cinco sentidos.  


Encontro de carros antigos em Curitiba-PR






















Foto: Luciano Lucci Ramos



É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

sábado, 18 de março de 2017

ACREDITO!



Não temos o mesmo sangue, mas temos a mesma alma. Acredito piamente no amor, só vivo porque acredito nisso!             
                                                         
Luciano Lucci Ramos
                                                                    














Foto: Luciano Lucci Ramos

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terça-feira, 7 de março de 2017

CAMPO DAS CAMOMILAS - EXPOSIÇÃO DE BOLSO IX





As Camomilas ainda balançam ao vento.
Exalando seu perfume no firmamento.
Os campos continuam...  Mesmo sem a tua presença, tão sereno!
No vale das camomilas, ficaram as lembranças.
Que brancas flores sentiram a sua mudança.
No sopro do vento, bailam as verdes folhas na sutileza da temperança.
Os campos continuam entre as montanhas, adejando os amarelos raios de sol.
Com a ventania da recordação, no campo das camomilas reluz o arrebol.
As camomilas abrandam a saudade do coração da eternidade.
O campo das camomilas diz adeus a sua majestade.


                                                            Luciano Lucci Ramos
































































Fotos: Luciano Lucci Ramos


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