terça-feira, 30 de maio de 2017

ROSTOS EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA DO FOTÓGRAFO, JORNALISTA LUCIANO LUCCI RAMOS


O Espaço Cultural da Infraero - Aeroporto Internacional Deputado Luis Eduardo Magalhães, mudou o rumo de seus viajantes no dia 16 de novembro de 1999 estreava “Rostos”, exposição fotográfica do fotografo, jornalista Luciano Lucci Ramos. Foram 4 amostras fotográficas no período de 1 ano. Rostos, tinha como visão do autor, uma forma de retratar as pessoas através de suas feições e expressões de personalidade diversificadas, observada em cada obra fotográfica. Retratando os sentimentos mais oblíquos de cada ser. Traços fortes e enigmáticos, suaves e serenos. Assim segue a questão por traz da maquiagem de cada modelo, o que são realmente no seu íntimo. Ou o que desejam ser. A exposição intitulada “Rostos”, teve uma repercussão honesta em críticas por parte dos visitantes e midiática.   





É PROIBIDA A REPRODUÇÃO, TOTAL OU PARCIAL, DO CONTEÚDO DE TEXTO E FOTOGRAFIA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR DA OBRA. PROTEGIDO PELA LEI 9.610/98.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O TEATRO VAZIO



Hoje o teatro amanheceu vazio...
Assim sendo, você não atua mais!
A plateia não aplaudia, não havia mais plateia.
Só minha alma permanecia... Eu era único na plateia
Rompendo o silencio, os aplausos partiam das minhas mãos.
As palmas significavam um bravo, de coragem, talento e determinação ao teu espírito
Com o meu aplaudir, a espectro presença do teu ser, agradeceu amorosamente ao meu ser.
Levando a crer, que muitos mistérios nas estrelas do palco, surpreende ao anoitecer.
De tão grave silencio, a incógnita da partida, responde no âmbito cósmico, à dor do tempo.
Da terra a minha honraria, na abóbada celeste o teu heroico sorriso.



                                                                                                             Luciano Lucci Ramos






Foto: Luciano Lucci Ramos




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terça-feira, 9 de maio de 2017

REGOLITO DA MINHA PERCEPÇÃO


Nasci percebendo o mundo.
Dentro do meu ser... Cultivei um sonho mudo.
Conheci a pureza do ser, mas sem saber o verdadeiro querer.
No regolito da nobreza, fui ingênuo sem perceber.
Acreditei e amei em alguns seres sem obter.
O verdadeiro amor daquele que foi o meu querer.
Fui traído pela ingenuidade do meu ser.
De acreditar em alguém, sem o seu regolito saber.
A mudez dos meus sonhos, em um único grito fui entender.
Que sonhar e acredita é o mistério do ser.
A esperança da minha percepção, é o regolito da paixão.

                                                                   

                                                       Luciano Lucci Ramos



Foto: Luciano Lucci Ramos


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segunda-feira, 8 de maio de 2017

ESQUEÇA OS DECIBÉIS





A vida é uma dança, temos que ter ritmo! A música sempre termina na última faixa do disco. Não adianta querer saber... Se o “Estudio 54”, continua com portas abertas e pista quente. Aumenta o volume e esqueça os decibéis. Divirta-se com as respectivas notas.

                                                                                                                                                          Luciano Lucci Ramos







Foto: Luciano Lucci Ramos

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