quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MINHA PALAVRA AOS INVASIVOS


Desde que a minha consciência educacional entrou em pratica nos primórdios da minha infância, aprendi a ter respeito pela minha intimidade. Fui educado a respeitar a privacidade alheia e principalmente a focar na minha própria vida. Nunca fui interessado em saber do que não foi destinado a mim, mesmo perante as idiossincrasias de pessoas que tenho afinidade. Seja afetiva, emocional, ou até mesmo profissional. Minha privatividade é sagrada. Os invasivos não são bem vindos! Não obstante quando os consideramos e chamamos de amigos. Numa amizade não devemos nunca invadir o destino alheio sem a permissão do outro. Todos nós, seres humanos, temos segredos e particularidades que não compartilhamos aos metediços e indiscretos. Excluo da minha convivência implacavelmente aquelas pessoas que não possuem limites daquilo que não lhe diz respeito. A confiança é construída pelo comportamento e caráter de cada indivíduo. E mesmo adquirido temos que honrar o que nos foi confiado.  No decorrer dos anos alguns “partiram” do meu conceito de amizade e lealdade. Com isso apenas questionei; por que os curiosos não se voltam pela sua própria vida?




Foto: Luciano Lucci Ramos



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